A Nissan está decidida a trazer o SUV compacto-médio X-Trail de volta ao Brasil, mas esqueça a unidade híbrida exibida no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro passado.O utilitário esportivo, que concorre no segmento do Jeep Compass, só será importado depois que trocar da terceira para a quarta geração.
A apresentação do novo X-Trail deve acontecer na Europa ainda este ano, mas o início das vendas no Brasil não acontecerá antes de 2020.
O que já foi definido, segundo o presidente da Nissan no Brasil, Marco Silva, é que a versão híbrida está completamente descartada. “Vamos buscar outras tecnologias”, disse o executivo.
O maior entrave está no fato de que o X-Trail, em princípio, viria de fora do eixo Mercosul-México – provavelmente de Europa ou Japão -, o que significa que pagará alíquota cheia de Imposto de Importação, 35%.
Para driblar isso, de acordo com Silva, será necessário ou investir em produção na América Latina, ou em versões que paguem o menor percentual possível de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
É aí que pode entrar na jogada uma versão 100% elétrica, que paga entre 7% e 9% de alíquota pelos parâmetros do programa Rota 2030, ao invés do teto de 25%.
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