sábado, 24 de outubro de 2020

Nissan vai lançar 12 novos carros nos próximos três anos

 



Uma apresentação feita por um revendedor da Nissan vazou na internet, revelando um agitado plano de lançamentos para os próximos três anos. A marca japonesa pretende apresentar 12 novos veículos até 2023, promovendo a maior renovação de portfólio da sua história. Alguns desses veículos virão para o Brasil, onde a montadora dará maior enfoque aos SUVs.


Um dos primeiros da nova safra será a Frontier 2021. Flagrada sem camuflagem, a picape média passará pela segunda plástica na atual geração, desta vez com design inspirado na Titan, picape full size vendida nos Estados Unidos. A nova Frontier chegará aos países da Ásia no início do ano que vem, e mudará em seguida na América do Sul, onde é produzida na Argentina.


Novo X-Trail para encarar o Jeep Compass

No PPT vazado da concessionária, um pequeno vídeo mostra a silhueta dos futuros lançamentos. Um deles é a nova geração do SUV médio X-Trail. O modelo ainda não foi apresentado pela Nissan, mas será basicamente o irmão gêmeo do Rogue, revelado há poucos meses nos EUA.


O X-Trail já foi vendido no Brasil nos anos 2000, duas gerações atrás da nova que está por vir. Aqui, o modelo está cotado para concorrer com o Jeep Compass, na categoria de SUVs que mais crescerá em 2021. Só no 1º semestre do ano que vem, chegarão às lojas brasileiras o Toyota Corolla Cross e o Volkswagen Taos, modelos que também querem desbancar o Compass.


Magnite é a grande aposta para emergentes

O cronograma mostra novidades da Nissan para todos os cantos do mundo. Um dos carros mais vendidos do Japão, o compacto Note terá uma nova geração. O modelo é rival do Honda Fit e foi o primeiro da marca a receber o sistema híbrido e-Power, que transforma o combustível líquido em energia elétrica para alimentar as baterias e mover o veículo. Esta é a tecnologia cotada para chegar ao SUV Kicks.

Nesse sentido, o lançamento mais importante para o Brasil é sem dúvida o Magnite. O pequeno SUV foi criado na Índia sobre plataforma derivada do Renault Kwid, e por isso está dentro do limite de 4 metros de comprimento, que garante menor tributação naquele país. Por aqui, será produzido em Resende (RJ) no lugar do hatch March, que saiu de linha em setembro.


Com design moderno e posicionado abaixo do Kicks, o Magnite vai disputar vendas com o recém- lançado Volkswagen Nivus, crossover menor que o T-Cross. Esse é outro segmento que tende a crescer nas vendas, e o futuro modelo da Nissan virá para vender em grande volume.

Novos Z e GT-R confirmados

A extensa lista de novidades da Nissan até 2023 tem muitos SUVs, afinal a categoria não para crescer ano após ano. Para a Europa, a montadora prepara a nova geração do Qashqai, enquanto os mercados da América do Norte e o México, que concentram as vendas globais da marca, terão o Pathfinder e o Patrol. Mas certamente a cereja do bolo serão os esportivos.


A Nissan trabalha atualmente no desenvolvimento da nova geração do icônico GT-R. Este será o último lançamento e só estreia em 2023. A montadora ainda estudo se vai eletrificar o seu carro mais famoso. Mas antes dele, a Nissan lançará o 400Z, revelado ainda como protótipo em setembro. Para delírio dos puristas, o cupê usa motor V6 biturbo de 400 cv e câmbio manual.


Carros elétricos Renault

 

Twizzy, Zoe, Kangoo e Master.

R33 NISSAN SKYLINE GT-R

 














RB26DETT engine – a 2.6-litre twin-turbocharged straight-six – an untouched example would have produced a claimed 206kW (that’s the 276bhp maximum agreed to under the gentleman’s agreement between Japanese performance car manufacturers at the time) and 367Nm, with a five-speed manual gearbox and all-wheel drive helping to channel that power to the ground.

However, an array of extensive modifications this built engine has received – including forged CP pistons with an 87mm bore and 9:1 compression ratio, Tomei camshafts, an R34 cylinder head with ARP head studs, N1 Garrett turbochargers, an HKS intercooler and oil cooler, an ARC airbox, a dual-fed fuel rail with 1000cc Sard injectors and twin Walbro fuel pumps, and an R32 Nistune ECU with 5000rpm launch control just to name a few of the upgrades – has helped turn the power up in this instance to a meaty 360kW (483hp) at the wheels.


"Moose test" na Mitsubishi L200

 


Um pouco da história da Nissan no Brasil

 


Um pouco da história

Após ter sido representada por empresas importadoras locais em diferentes épocas no Brasil – os primeiros registros datam do início dos anos 1950, quando até mesmo alguns veículos chegaram a ser montados em São Paulo – a Nissan se instalou oficialmente com uma filial no país no ano 2000. Inicialmente, a marca comercializou veículos importados de outros países. O primeiro deles foi a Nissan Pathfinder, um dos SUVs ícones da Nissan em todo o mundo. 

Pouco tempo depois, no dia 20 de dezembro de 2001, era inaugurada a fábrica de veículos comerciais para produzir modelos da Renault e da Nissan em São José dos Pinhais, no Paraná, dentro do Complexo Industrial da Renault. Esta foi a primeira fábrica comum da Aliança no mundo e passou a produzir em 2002 a picape Nissan Frontier, que foi seguida, a partir de 2009, de outros modelos da marca como o Nissan Livina, Livina X-Gear e Grand Livina.

Com uma linha composta por veículos importados e por modelos nacionais produzidos na unidade de veículos comerciais, a Nissan foi crescendo e conquistando os brasileiros. Em 2011, a Nissan deu um passo importante em sua estratégia de crescimento e consolidação no país, anunciando um investimento de R$ 2,6 bilhões para construir o Complexo Industrial de Resende, no estado do Rio de Janeiro, 100% dedicado a produção de automóveis Nissan. Até hoje um dos maiores investimentos já feitos no Brasil dedicados a um complexo fabril no setor automotivo.

O Complexo Industrial de Resende foi inaugurado em 15 de abril de 2014, com fábricas de automóveis e de motores. A unidade de veículos apresenta um ciclo completo de produção, incluindo área de estamparia e unidades de injeção e pintura de peças plásticas, e já nasceu como uma das mais modernas e sustentáveis da Nissan no mundo. A produção começou com os modelos Nissan March e Nissan Versa e os motores flexfuel 1.0 12V, de três cilindros, e 1.6 16V, de quatro cilindros.

A empresa sempre demonstrou atrevimento em seus investimentos e compromisso com o Brasil. Tanto que apesar de ainda jovem no país, foi patrocinadora dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e o Kicks foi o carro comando do revezamento da tocha, passando por mais de 300 cidades de diferentes regiões do país, em um percurso que durou 90 dias. O revezamento marcou o lançamento mundial do Kicks e o início de seu sucesso. Em 2017, o modelo passou a ser produzido em Resende (antes era importado do México) e foi eleito o melhor SUV da América Latina. Desde o seu lançamento, a planta de Resende já produziu mais de 170 mil unidades do modelo que hoje é o mais vendido da marca no país e na América Latina.

Assim, a empresa, que tinha 200 funcionários em 2010 no país, hoje conta com mais de 2.000 empregados diretos. Eles ficam divididos entre:

  • Sede da Nissan do Brasil, na cidade do Rio de Janeiro
  • Complexo Industrial e Centro de Armazenamento e Distribuição de Peças, ambos em Resende (RJ)
  • Escritório com foco na área comercial, na cidade de São Paulo
  • Centro de Treinamento, em Jundiaí (SP)
  • Áreas de Engenharia e Compras, em São José dos Pinhais (PR)

Além destas equipes, a Nissan do Brasil abriga ainda o Estúdio Satélite de Design, um dos sete hubs de design da marca no mundo, dedicado aos projetos para a América Latina, como o Nissan Kicks, por exemplo. Também criou o Instituto Nissan, braço de responsabilidade social e sustentabilidade da empresa no país. Além disso, a empresa mantém desde 2012 um grupo de atletas de modalidades olímpicas e paralímpicas, o Time Nissan, que vem conquistando centenas de medalhas para o esporte brasileiro.

Mobilidade Inteligente

Em 2019, a Nissan deu um passo importante rumo à eletrificação do país. A fabricante japonesa começou a vender em solo nacional da segunda geração do 100% elétrico Nissan LEAF. O modelo é o ícone da Nissan Intelligent Mobility, visão global da marca que busca transformar a maneira como os veículos são conduzidos, impulsionados e integrados à sociedade.

A empresa também está avançando com o compromisso de desenvolver o ciclo completo da mobilidade elétrica no Brasil. Assim como em outros países no mundo, a companhia vem firmando uma série de acordos com importantes instituições. Com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por exemplo, estuda soluções futuras para as baterias usadas de veículos elétricos. Já com o Parque Tecnológico de Itaipu e o Instituto de Tecnologia Aplicada e Inovação, a missão é desenvolver estações de carregadores veiculares e sua integração ao sistema de energia nacional. Com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), a finalidade é o estudo do uso do bioetanol como opção para a eletromobilidade.

Transformação digital

A Nissan vive hoje no Brasil um momento de transformação digital para oferecer ainda mais opções ao consumidor brasileiro. Recentemente, a marca lançou no país a Loja Virtual Nissan, a única com ciclo 100% online de compra de carro novo (www.loja.nissan.com.br ). As bases deste projeto foram lançadas no fim de 2018, quando a empresa começou no Brasil a pré-venda do Nissan LEAF e foi a pioneira em usar o sistema de inteligência artificial de chatbot para atender clientes em sua página oficial. Depois disso, a Nissan avançou para diversificar sua presença "on” e “offline" com ações como a criação do Nissan Customer Innovation Hub, uma consultoria digital da marca treinada para atender o cliente de maneira ágil e precisa, o lançamento de uma página oficial no Mercado Livre e a adoção de WhatsApp via Bot e com inteligência artificial para agendamento de test drive de carros pelos clientes.

Focada no futuro e em proporcionar ainda mais inovação e tecnologia ao consumidor brasileiro, a Nissan se prepara para trazer ao mercado nacional mais um veículo de sucesso de vendas em outros países, o Novo Nissan Versa. O novo modelo reúne características singulares como tecnologias únicas em seu segmento, design arrojado e performance extraordinária.


Informações Nissan do Brasil


- Data de inauguração – 23 de outubro de 2.000


- Número de funcionários – Cerca de 2.000


- Veículos fabricados atualmente no Complexo Industrial de Resende (RJ) – Nissan Kicks e Nissan Versa V-Drive


- Veículos comercializados atualmente - Nissan Kicks, Nissan Frontier, Nissan Sentra, Nissan Versa, V-Drive e Nissan LEAF.


- Veículos exportados para a América Latina – Nissan Kicks e Nissan Versa V-Drive


Quantidade de veículos comercializados nestes 20 anos:  884.000 veículos*


Quantidade de veículos produzidos até hoje no Brasil:  646.420**


* Vendas de veículos produzidos no Brasil + importados (até 30 de setembro de 2020)

* Modelos produzidos em Resende (RJ) – de 2014 até 30 de setembro de 2020 – e em São José dos Pinhais (PR) – de 2002 a 2016.

Nissan comemora 20 anos de Brasil

 


 


Nissan Frontier

 



Entre as picapes médias brasileiras, a Toyota Hilux lidera com folga há bastante tempo. A disputa fica um pouco mais acirrada pelo segundo lugar, com a Chevrolet S10 levando vantagem sobre a Ford Ranger. Fora do pódio, no quarto lugar, a Volks Amarok não é ameaçada pelas seguintes, a Mitsubishi L200 e a Nissan Frontier, que “brigam” para não ficarem em último. 


Até setembro, a Frontier emplacou 5.441 unidades, ficando em último lugar entre as caminhonetes médias. Mesmo com toda a crise causada pela pandemia do coronavírus, o número é só um pouco menor do que no mesmo período de 2019, quando a marca emplacou 5.992 unidades da picape. 

Ao ver esses números, você pode pensar, “ela não deve prestar, por isso está em último”. Longe disso!  A questão é que a venda em volume sempre envolve diversos fatores, um deles é o interesse da própria marca em “queimar estoque”, coisa que a Nissan não faz a nível mundial. A montadora não está focando no “market share”, mas sim nos lucros.  

Isso, junto com a recente alta do dólar, explica também o preço pedido pela marca. A versão que testamos, a topo de linha LE, sai por insanos R$ 223.370. Mas não é só ela que está neste preço surreal. Todas as opções mais completas das concorrentes já superam os R$ 220 mil, algumas passam até dos R$ 240 mil. 

Entre as cinco, a Frontier está exatamente no meio, quando o assunto é preço, nem a mais cara, nem a mais barata. 

Na geração anterior da Frontier, a Nissan criou uma propaganda que muitos vão se lembrar, a dos “pôneis malditos”. Há época, a intenção era apontar que ela era a mais potente do mercado. Atualmente, ela perdeu esse título, mas ainda conta com um excelente motor, melhor que o dos “pôneis malditos”. 


O conjunto mecânico conta o propulsor 2.3 biturbo (o menor entre as topos de linha) que gera bons 190 cavalos e 45,9kgfm de torque, aliado a uma transmissão automática de sete velocidades, direção hidráulica (já poderia ser elétrica) e a consagrada tração 4×4

O motor biturbo atende muito bem a picape, mesmo sendo de apenas 2.3 litros. No asfalto, ele não faz feio, claro que existe o lag natural das turbinas diesel, são necessários alguns mínimos instantes até ela “encher”, quando isso ocorre, a Frontier dispara com vigor pela pista. Tendo essa percepção do lag, as ultrapassagens e retomadas de velocidades são feitas com facilidade. 


Tudo é feito com segurança e rapidez. O câmbio automático trabalha bem, sem trancos nas trocas e a sétima marcha da um desafogo ao motor, podendo atuar em alta velocidade mas em baixa rotação, o que acaba otimizando o consumo de combustível. 

Como uma boa picape, a Frontier manda muito bem no fora de estrada, seja ele leve ou mais pesado. A LE tem um ponto a ser considerado. Como de costume do mercado, a topo de linha vem com um pneu voltado para o asfalto, o que otimiza o conforto nessas situações, mas que pode ser um empecilho na terra. Um composto de uso misto seria bem-vindo.


Mesmo assim, com o sistema 4×4 ativo, principalmente com a reduzida (quando há necessidade), a picape vira um tratorzinho, usando bastante a força do motor. Em trechos acidentados, ela passa sem nenhum problema. Os pneus sofrem um pouco mais em valas com cascalho, onde o motorista precisa de um pouco mais de atenção e cuidado, mas nada que a impeça de transpassar.  

Atualmente, a maioria das picapes são muito próximas nas capacidades, tanto de motor, quanto de carga e off-road. Com isso, para se diferenciar das demais, é preciso focar em outros pontos, como segurança e comodidade. Por ser a versão topo de linha, a LE vai bem nisso. 


Na parte do conforto, a japonesa conta com ar-condicionado automático, digital, de duas zonas e com saída para trás, banco do motorista com regulagem elétrica, painel de instrumentos com display digital de cinco polegadas e velocímetro digital, para-brisa dianteiro com proteção UV (ótimo para proteger do sol nesse nosso país tropical e quente). 

Ela ainda vem com central multimídia com tela de oito polegadas e conexão com smartphone via Android Auto e Apple CarPlay, bancos em couro, duas portas USB, abertura das portas e partida do motor com chave sensorial e um item exclusivo da japonesa na categoria: teto solar elétrico. Além, claro, de vidros, travas e ajuste dos retrovisores elétricos. 


Um item interessante que até pode passar despercebido na Frontier é o porta-copos no painel, bem na frente das saídas de ar-condicionado. Pela posição, é possível colocar uma garrafa de água e mantê-la gelada, algo muito útil e bastante funcional.

Na parte da segurança, o grande diferencial é o sistema de câmeras 360º que, além de ajudar nas manobras ao estacionar, é muito útil também no off-road, principalmente na hora de passar por uma ponte estreita ou um mata burro. A LE também conta com itens considerados básicos para uma caminhonete deste porte e preço. 


Entre eles, controles de tração, estabilidade e de descida, seis airbags, auxiliar de partida em rampa, sensor de estacionamento traseiro, bloqueio de diferencial eletrônico, faróis com acendimento automático e luz de circulação diurna em LED e piloto automático. 












quinta-feira, 22 de outubro de 2020


Nissan divulgou as imagens do desembarque no porto do Rio de Janeiro (RJ) das primeiras unidades novo Nissan Versa para o mercado brasileiro. O modelo, que agora é importado do México, começa a ser oferecido até o final deste ano nas concessionárias da marca.

Mas além de revelar a proximidade de lançamento do novo modelo compacto, as fotos divulgadas pela marca japonesa dão novas dicas sobre as versões que estarão disponíveis no mercado brsasileiro.

Apesar do posicionamento "premium" da nova geração do Versa — que ficará posicionada na linha acima do Versa V-Drive, que segue em produção na fábrica de Resende (RJ) — o carro mexicano será oferecido por aqui também em uma variação despojada, equipada com rodas de aço.

A ficha técnica e a gama de versões do novo Versa para o Brasil ainda não foi revelada pela Nissan.

Mas no México, as rodas de aço de 15 polegadas com calotas são vistas apenas na versão de entrada Sense, que na comparação com as mais caras perde itens como faróis de neblina, central multimídia (substituída por um rádio comum com conexão bluetooth), repetidores de setas nos retrovisores e faróis com acendimento automático. 

O pacote de segurança traz airbags laterais e de cortina e controles eletrônicos de tração e estabilidade de série mesmo nessa versão mais acessível. Mas ficam de fora a frenagem autônoma de emergência com detector de pedestres, monitor de pontos cegos e alerta de tráfego cruzado, que são exclusivos do topo de linha.

Em todas as versões, o modelo é equipado com um motor 1.6 16V, que no México é calibrado apenas para gasolina e desenvolve 118 cv. Ele pode ser combinado a um câmbio manual de cinco marchas ou o automático CVT. 

O que vem por aí vai além de qualquer expectativa

 

RIO DE JANEIRO – O Novo Nissan Versa está chegando... E, com ele, novidades que irão mexer com o segmento de sedãs no mercado brasileiro. Aguarde: dia 28 é o dia de conhecer todas as inovações que esta novidade irá trazer.

Nissan Magnite

 










 


Nissan apresenta a história não contada do design de Ariya

 




PARIS, França - Nissan Design Europe, centro criativo da marca mundialmente conhecido e ponto de partida para alguns dos modelos mais populares e inovadores, abre suas portas para discutir o trabalho realizado pelas equipes de design para conceber a Nissan Ariya.


Para homenagear as mentes inovadoras que tornaram o SUV elétrico Nissan Ariya uma realidade, a marca apresenta a história não contada de seu design. Para comunicá-lo, eles criaram uma maneira diferente de fazer isso: uma revista digital não comercial que chamaram de Horizon.


Esta revista digital personalizada está repleta de histórias, fotos exclusivas e vídeos exclusivos; Horizon oferece uma visão sem precedentes da concepção deste modelo revolucionário. Ele conta em detalhes como o Nissan Ariya foi desenvolvido e descreve o início do processo de design através da perspectiva das equipes da Nissan.


Horizon investiga o coração da Nissan Design Europe e inclui percepções e reflexões de designers e gerenciadores de cores, a modeladores de argila e modeladores digitais da evolução de modelos. As anedotas pessoais compartilhadas por essas equipes revelam suas paixões, inspirações e criatividade para a criação do Nissan Ariya e explicam exatamente como o primeiro esboço foi transformado em um conceito de design completo.


Desde a estreia mundial do Ariya em julho deste ano, os clientes em toda a Europa mostraram grande interesse no veículo: mais de 10.000 candidatos já se inscreveram. Oslo, Londres, Helsinque, Paris e Madrid são as cinco principais cidades onde residem todas essas pessoas.


“A inovação é definida olhando para além do horizonte, explorando os limites da tecnologia e da criatividade para criar algo novo e excitante. É exatamente isso que o design do Nissan Ariya representa ”, disse Matthew Weaver, vice-presidente da Nissan Design Europe.


Este conteúdo foi apresentado por meio de uma série de seis histórias exclusivas que fornecem ao leitor detalhes sobre como o conceito de design de Ariya se tornou realidade, desde conversas entre designers de renome até diários de design de artesãos que contribuíram para o processo de criação do carro e a exploração da influência da arte japonesa, que se unem no que a Nissan chama de Futurismo Japonês Atemporal. Cada história mostra de perto o trabalho em equipe, a dedicação e a paixão que ajudaram a definir a Ariya como o novo ícone da Nissan Intelligent Mobility e como um veículo que irá superar as expectativas do cliente.

“Ariya é o início de um novo capítulo para a Nissan. Ele representa nossa nova e inconfundível linguagem de design: Japanese Timeless Futurism. Essa filosofia homenageia o DNA japonês da Nissan com habilidade requintada, mas incorpora uma nova perspectiva que abrange nossa visão de um futuro mais conectado e eletrificado ”, acrescentou Weaver.


“O trabalho árduo, a dedicação e a alma que as equipes da Nissan Design Europe e a equipe de design japonesa do nosso Global Design Center colocaram em Ariya tornaram essa visão uma realidade. Com este material que criamos, podemos compartilhar nossas próprias experiências sobre como essa visão está sendo totalmente realizada com Ariya, e o que isso significa para todos nós que participamos de sua concepção. Esperamos que nossa história permita que as pessoas mergulhem em um mundo novo e excitante do design de veículos elétricos ”, concluiu.

Nissan Sentra decorado para o Halloween