quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

1971 Nissan Skyline 2000GT-R

Foto

Carros tunados mostrados no Nismo Festival

Tem até Micra com motor de GT-R!

Engate do Nissan Kicks




Aliança Renault-Nissan é a maior montadora do mundo em 2017



O presidente da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, disse que a aliança de automóvel francês e japonês é o grupo automobilístico líder mundial por unidades de vendas, apesar da rival Volkswagen AG entregar um recorde de 10,7 milhões de veículos em 2017, um aumento de 4,3%.A VW, que foi a maior montadora do mundo por volume em 2016, ainda está lidando com as consequências do seu escândalo de manipulação de diesel, mas beneficiou de recuperações econômicas na Rússia e no Brasil, e o crescimento na China, o maior mercado único.Ghosn disse que a contagem da VW foi menor se os caminhões pesados ​​Scania e MAN fossem excluídos."A aliança [Renault-Nissan], com mais de 10,6 milhões de veículos ligeiros e comerciais vendidos em 2017, é o principal grupo automotivo global", disse Ghosn em uma audiência de comissão parlamentar em Paris na quarta-feira"Isso acaba de ser confirmado depois que a Volkswagen anunciou nesta manhã suas vendas de 10,74 milhões, incluindo 200 mil caminhões pesados, que não incluímos em nossas estatísticas", disse Ghosn. "Não pode haver mais discussão" sobre quem está agora em cima, ele disse.A aliança Renault-Nissan também inclui a Mitsubishi e a AvtoVAZ.A Toyota disse no mês passado que esperava que as vendas de 2017 crescessem 2% para 10,35 milhões de unidades em todo o mundo em suas marcas Toyota, Lexus, Daihatsu e Hino. Ele disse que atingiria 10,5 milhões de veículos em 2018.A VW foi o número 1 com 10,3 milhões de vendas de veículos em 2016, a Toyota segundo com 10,2 milhões e o terceiro de Renault-Nissan com 9,96 milhões.


1998 Nissan Skyline ER34 with Nismo Parts.

Foto

Nissan Titan small overlap crash test


Ao lado do Honda Ridgeline e Ford F-150, a Nissan Titan se torna a terceira pick-up grande a obter uma boa nota no teste do IIHS.

BMW pretende cobrar anualmente pelo Apple Car Play

If you think $300 is bad, Ferrari charges thousands for it. Because it can, I guess.
BMW

O Apple CarPlay é um sistema que permite usar os aplicativos de celulares do iOs nas centrais de multimídia dos carros. Para ter o sistema nos carros, a BMW pretende instituir uma assinatura anual para que os proprietários de carros da marca possam utilizar o aplicativo da empresa da maçã, ao valor de US$80 por ano.

Atualmente, o custo para ter o sistema da Apple nos carros da marca é de US$300, em pagamento único.


Compass é o carro mais desejado do Brasil

Jeep Compass na estrada: comportamento exemplar e boa avaliação masculina e feminina
Sergio Quintanilha
Jeep Compass na estrada: comportamento exemplar e boa avaliação masculina e feminina

O Jeep Compass está muito além de ser um carro “modinha”. Ele é mais do que isso. É desejado por muitos brasileiros que sonham com um carro alto, bonito, moderno, seguro e com bom custo/benefício. O Compass não é perfeito nem barato. Poderia ter um motor mais forte e aquela versão de R$ 99.990 só existiu para ganhar o prêmio de uma revista especializada. Meses depois sumiu. O preço de entrada agora é R$ 109.990.
O Jeep Compass conseguiu o que seu irmão Renegade não conseguiu: derrotar o adorado Honda HR-V do posto de SUV mais vendido do Brasil. Segundo a Fenabrave, o Compass terminou a temporada passada com 49.187 licenciamentos, contra 47.775 do HR-V. Dessas vendas, o Compass obteve 31.009 por meio das concessionárias. Todo o restante foram vendas diretas para frotistas, o que demonstra o interesse das locadoras de automóveis em ter o Jeep disponível para seus clientes. O HR-V continua sendo o preferido no varejo, com 42.693 emplacamentos.
Compass Night Eagle, o mais “bandido”: duas versões, Flex (R$ 122.990) e Diesel (150.490)
Divulgação
Compass Night Eagle, o mais “bandido”: duas versões, Flex (R$ 122.990) e Diesel (150.490)
Faz sentido. Por ser caro para o padrão dos salários aqui no Brasil, o Compass é mais desejado do que comprado. Se fosse mais barato, venderia muito mais. Assim, quem não pode comprar o SUV médio da Jeep, pelo menos tem a chance de dirigi-lo quando viaja de férias. Daí que todo mundo procura esse carro e as locadoras vão atrás da FCA (Fiat Chrysler Automobiles para comprá-lo). Mesmo não sendo barato, seu custo/benefício é bom para quem tem bala para comprá-lo.

Salvando a casa da FCA

Jeep Compass Longitude Flex, o mais racional: R$ 118.990
Divulgação
Jeep Compass Longitude Flex, o mais racional: R$ 118.990
O Jeep Compass é estrategicamente importantíssimo para a FCA. Quando ele nasceu, os executivos da marca disseram que o objetivo era muito claro: ser líder da venda de SUVs em toda a América Latina. A dobradinha Renegade/Compass mostrou que isso era muito mais do que um sonho, e sim um objetivo alcançável. Porém, a importância do Jeep Compass vai muito além do Brasil ou da América Latina.
Jeep Compass Limited Flex, o mais sofisticado : R$ 164.490
Divulgação
Jeep Compass Limited Flex, o mais sofisticado : R$ 164.490
Esta semana, durante o Salão de Detroit, o CEO da marca, Sergio Marchionne, desmentiu todos os boatos de que a Jeep esteja à venda. Ou que era FCA quer um parceiro para continuar sobrevivendo. Claro! Marchionne não é bobo. Por que ele venderia justamente a Jeep, que é a joia da coroa da FCA? O potencial de vendas do Compass nos mercados que compram SUVs médios é muito maior do que parecia.
Quanto à desistência de fazer uma parceria, talvez Marchionne esteja apenas despistando. Ele quer, sim, ter uma associação estratégica para ficar mais forte no mercado global. E essa parceria virá obrigatoriamente da Ásia (pode considerar aí a China, a Coreia e até o Japão).

Nissan NV350 Urvan/Caravan from Hong Kong and Singapore

Foto

Nissan Skyline GTS-T Type M '89

Foto

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Start-stop – Mitos e verdades sobre o sistema que promete economizar combustível

Start-Stop



Para cumprir as metas de rendimento energético e emissões de poluentes impostas por diversos países, as fabricantes de automóveis encontraram uma solução: desligar o motor quando o carro está parado. O chamado start-stop é um sistema que desativa o propulsor em pequenas paradas e mantém o sistema em estado de espera, religando o veículo ao tirar o pé do freio ou pisar na embreagem (dependendo do tipo de transmissão).
Porém, como o sistema é relativamente novo no Brasil, muitas pessoas ainda não entendem exatamente como ele funciona e têm dúvidas sobre suas vantagens e desvantagens. Desligar e ligar o motor vai gastar a bateria mais rápido? Ele usa uma bateria especial (e mais cara)? O que fica ligado e desligado quando o carro para no semáforo?

Como funciona?

Ao parar o veículo sem desligar o contato da chave, o carro percebe que é uma parada rápida de semáforo ou similar e corta o funcionamento das velas e a injeção de combustível. Nos carros com câmbio automático, isso acontece ao manter o pedal de freio pressionado até o fim, enquanto os manuais pedem que o câmbio seja colocado no neutro e que a embreagem não esteja pressionada. Para ligar o carro novamente, basta soltar o freio ou pisar na embreagem que o motor volta a funcionar.
Existem alguns parâmetros para que o start-stop funcione (ou não). Se o motor ainda estiver frio, o sistema não irá funcionar – religar o carro enquanto o motor não estiver na temperatura ideal gasta mais combustível. Depois de muito tempo parado, ele irá religar automaticamente mesmo com o pedal no freio, para manter a temperatura do motor ou se houver uma demanda pelo ar-condicionado.

Ele desliga tudo mesmo?

“A estratégia de funcionamento de determinados sistemas, como o de ar-condicionado e o de iluminação, é definida pelas montadoras”, explica Diego Riquero Tournier, chefe do Centro de Treinamento Automotivo da Bosch. “Para o caso dos itens de segurança, como o airbag, todos os componentes e sistemas continuam em funcionamento, assim como a maioria dos consumidores elétricos do veículo.”
O que a maioria das fabricantes faz é, quando o ar-condicionado trabalha com compressor que só funciona com o motor ligado, manter o sistema desligado por alguns minutos. Depois deste tempo o motor volta a funcionar. No caso dos carros com ar-condicionado digital, ele é capaz de monitorar a temperatura da cabine e reativar o sistema caso ela mude demais. Alguns modelos mais caros e/ou com tecnologia híbrida podem ter uma segunda bateria, voltada somente para o ar-condicionado e outros equipamentos.
Grande parte dos veículos com start-stop utiliza um sistema de gestão de energia, monitorando os equipamentos elétricos e a demanda por energia, sendo capaz de desligar os que não são necessários no momento.
Start-Stop © Bereitgestellt von The Motorsport Network Start-Stop

A bateria é diferente? Mais cara?

Sim, os veículos com start-stop usam um tipo de bateria diferente, feita especialmente para suportar uma quantidade maior de partidas do motor. Por causa disso, ela também é mais cara, dependendo da especificação de cada veículo. Enquanto uma bateria comum pode custar cerca de R$ 300, uma preparada para start-stop tem valores, em média, de R$ 1.200.
Em compensação, as fabricantes de baterias dizem que elas têm um ciclo de vida 3x maior do que a convencional. O consumo para cada partida é pequeno comparado com o de um motor normal, por causa da gestão feita pela unidade de controle do motor (ECU). O sistema sabe a posição exata dos pistões e faz ajustes para uma partida rápida – e quanto mais rápido for a partida, menos energia elétrica será gasta.
"Um possível aumento do consumo elétrico (devido ao maior número de partidas durante o dia) é totalmente compensado por uma diminuição do consumo de combustível ao manter o motor a combustão mais tempo desligado, o que gera uma economia energética significativa", afirma Tournier.

E o desgaste do motor?

A primeira preocupação das fabricantes quando criaram o start-stop era que o motor fosse capaz de suportar tantas partidas. "Além dos componentes do sistema de partida serem reforçados, é muito importante destacar que outros componentes significativos do motor, como velas, injetores, válvulas, bomba de combustível, bomba de água e outros, permanecerão menos tempo em operação, portanto a vida útil será superior se comparada com um veículo sem o sistema start-stop", afirma Tournier.
Porém, a manutenção pode ser mais cara caso não seja feita de forma preventiva. Se deixar para fazer as trocas das peças apenas quando der algum problema, o custo pode ser maior por causar danos a todo o sistema de ignição. Segundo Hiromori Mori, consultor da NGK, velas desgastadas podem reduzir a vida útil de outros componentes, como cabos, bobinas e catalisadores. O ideal é que a inspeção seja feita de acordo com o manual do veículo ou a cada 10 mil quilômetros.

Posso desligar o start-stop?

Depende do veículo. Algumas fabricantes têm a política de não colocar um botão que desativa o sistema, alegando motivos de segurança, como a Chevrolet. Mas, felizmente, a maioria das fabricantes dá essa opção para o proprietário. Ao apertar o botão, o start-stop deixa de funcionar durante o período em que o veículo estiver ligado. Ao dar partida novamente, ele voltará a operar ou caso seja alterado o modo de condução do carro (caso tenha este sistema).

Economiza mesmo?

Depende do uso. Se a pessoa passa a maior tempo em estradas ou fazendo caminhos que não envolvem paradas, o start-stop irá atuar pouco. Então, a economia de combustível será pequena. Para quem está nas cidades, com semáforos e congestionamentos, a história é diferente. Engenheiros normalmente falam num ganho de 10% no rendimento, em média. É o suficiente para que um carro passe de 8 km/l para 8,8 km/l. Em um veículo com tanque de 50 litros, 8 km/l é o suficiente para 400 km de autonomia. Com o start-stop, o valor teórico sobe para 440 km.

Nissan XMotion Concept